
o pianista sozinho, é luz por dizer,
é notas sôfregas com pressa de sair,
de viver, de morrer,
em abraços refugio
que riem na torneira das palavras
sob a dificil forma tentada
de ser
uma queda quieta em silencio
e depois concha
em um todo depois de mim, sempre depois
Hugo Miguel Mendes
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