Sexta-feira, Setembro 09, 2005

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tudo tem um nome anónimo,
um palavrão por detrás de seda finíssima,
destinos chamando saudade,
e chamadas ardendo, que relevam
para vezes de páginas marcadas
ou cartas imerecidas,
tantas avenidas de nome secreto

vivendo um pouco ainda

de loucura,
de uma mensagem curta com nome anónimo
sobre uma pose assumindo
toda a minha vontade de um todo
de em ruas cinzentas morrer apaixonado.


Hugo Miguel Mendes